terça-feira, 25 de novembro de 2014

PRÊMIO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS

 “Reconhecer o que já foi feito e trabalhar pela valorização dos educadores é o caminho para reduzir as desigualdades educacionais” disse o Ministro Henrique Paim, do Ministério da Educação.


O projeto Kalinka: Ciganos na minha escola, uma história invisível, ganhou hoje, no dia 24/11 o Prêmio Nacional de Educação em Direitos Humanos.

A AMSK aplicou para concorrer a 4º Edição do Prêmio e fomos premiadas com o !º lugar na Categoria Sociedade civil.


 Secretária Macaê Evaristo (SECAD/Ministério da Educação), Idelí Salvati (Ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Lucimara Cavalcante (AMSK/Brasil), Ministro do Ministério da Educação Henrique Paim e o Deputado Federal Jean Wyllys.

O projeto começou sua estrada em 2011 e hoje em 2014, comemoramos a consolidação de um “sonho”, um sonho possível.

A melhor resposta continua sendo o trabalho.

Premiados — Na categoria Secretarias de Educação na Construção da Educação em Direitos Humanos, o vencedor foi Antonio Nilson Gomes Moreira, com o projeto Políticas Educacionais na Perspectiva da Educação em Direitos Humanos, da Secretaria de Educação de Maracanaú (CE). O segundo colocado, Raul Goiana Novaes Menezes, com o trabalho Ano Letivo Temático – 50 Anos do Golpe Civil-Militar de 1964, da Secretaria de Educação, Cultura, Turismo e Esportes de Floresta (PE).
A premiação, em Brasília, contou com uma apresentação de dança cigana do projeto Kalinka – Ciganos na Minha Escola: uma História Invisível, da Associação Internacional Maylê Sara Kalí, do Distrito Federal (foto: Isabelle Araújo/MEC)Na categoria Educação em Direitos Humanos na Escola – Escola Pública, a vencedora foi Gina Vieira Ponte de Albuquerque, com o projeto Mulheres Inspiradoras, desenvolvido no Centro de Ensino Fundamental 12, de Ceilândia, região administrativa do Distrito Federal. A segunda colocada, Maria das Graças Reis Barreto, coordenadora do projeto A Cor do Brasil – uma Prática de Sucesso na Educação Prisional, desenvolvido no Colégio Professor George Fragoso Modesto, em Salvador (BA).
Na categoria Educação e Direito Humanos na Escola – Escola Privada, a vencedora foi Yara Sigueira Gomes Vieira, com o projeto A Educação em Direitos Humanos na Escola: Experiências de Ações Pedagógicas de Educação em Direitos Humanos, desenvolvido na Escola Construindo o Saber, de Santa Cruz do Capiberibe (PE).
Na categoria A Formação, a Pesquisa e a Extensão em Educação em Direitos Humanos, o vencedor foi o professor Sílvio Antonio Bedin, com o projeto Observatório da Juventude, Educação e Sociedade, desenvolvido na Fundação Universidade de Passo Fundo (RS). A segunda colocada, Juliana Yuri Nakayama, com o programa Com-Unidade: Saúde, Assistência Social, Educação e Direitos Humanos, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Na categoria Sociedade na Educação em Direitos Humanos, a vencedora foi Lucimara Cavalcante, coordenadora do projeto Kalinka – Ciganos na Minha Escola: uma História Invisível, da Associação Internacional Maylê Sara Kalí (DF). O segundo colocado, Evandro Passos, com o projeto Dança Afro em Belo Horizonte: Contra o Genocídio da Juventude Negra – uma Experiência Educativa e Inclusiva de Jovens de Vilas e Favelas, da Associação Sociocultural Bataka (MG).
A menção honrosa ficou com Joaton Suruí, pelo projeto Normatização da Escrita Paiter Surui, da Associação Gabgir do Povo Indígena Paiter Surui, de Cacoal, Rondônia. Ele recebeu o troféu Prêmio Direitos Humanos.
Ionice Lorenzoni
Cozinha dos Vurdóns

domingo, 23 de novembro de 2014

FRANGO DE PANELA COM ERVAS FRESCAS.



SIMPLES, FÁCIL E DELICIOSO; COM GOSTO DE CASA - ESTEJA ELA ONDE ESTIVER (UM JEITO SIMPLES DE FAZER TODOS SE SENTAREM EM VOLTA DA MESA)

 
1 Kg de pedaços de frango (coxa, sobrecoxa, cortes de peito e afins), temperadas com o suco de 1 limão grande e 1 colher (sopa) de raspa de limão (menos a parte branca);
2 dentes de alho amassado,
1 colher (sopa) de sal – colher rasa;
2 colheres (sopa) de azeite,

Misture tudo, tampe com filme plástico e deixe repousar por 30’.

Misture num pote a parte:

1 colher (sopa) de mostarda,
1 colher (sopa) de cebola picada,
2 colheres (sopa) de cada: salsinha, cebolinha, hortelã, folha de brócolis.

Coloque ½ copo de água numa panela funda e acrescente o frango temperado com o caldo que formou. Misture e vá refogando – sempre no fogo alto.

Tampe a panela e deixe cozinhar por 5’, mexa novamente e volte a tampar a panela. Quando começar fritar, acrescente a mistura de mostarda com as ervas e a cebola. Volte a refogar e coloque mais ½ copo de água.

Tampe por mais 10’ e volte a mexer. O frango vai fritar de novo e assim você vai continuar mexendo até que ele chegue na cor de dourado. Ele fica muito saboroso, é simples e permanece com uma maciez incrível.


Esse prato é super comum e pra quem tem ervas frescas em casa, mesmo que em pequenos vasos é muito legal. Fora que tem um gostinho de comida caseira. Com pão ou com um arroz soltinho, fica perfeito.

Cozinha dos Vurdóns

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

SAMOVÂR, UM TRECHO DE VIDA REGADO A TCHAIÔ






Eis um Samovâr ... esse é o da Dona Saveta, ninguém conseguiu ficar com ele, todos pedem, nós pedimos e nada, ela não dá pra ninguém.

Esse viajou muito e agora aos 87 anos, ele segue com ela para mais uma viajem. A Caravana, a Kumpanja levanta acampamento mais uma vez e na bagagem, lá vai o Samovâr e esse tem história.

Um chá ou tchaiô romano, o chá cigano era feito de acordo com as frutas que podiam ser compradas ou colhidas. Uma ou duas ou mais. Muitas vezes a água vinha do gesso acumulado ou dos rios, ou comprada ou pedida. Cravo, canela e mate são muito conhecidos como a base desse chá. As frutas vem picadas num copo, depois coloca-se á água e mais tarde se espreme as frutas.

As rodas de conversa permitem o whisky, que por causa das temperaturas frias, acabaram se tornando uma boa opção para os homens. No Brasil, o capim santo e a erva doce são bem usadas, assim como o café ocupa hoje a preferência da maioria dos rromani.


 Agosto/2014 - Senado Federal - um pedaço da história das mulheres de etnia romani no Brasil.

São pedaços da história que caminharam da Grécia para a Argentina e depois para o Brasil. Partes de uma estrada, daqueles caminhos que são capazes de nos unir para o resto da vida.

Cozinha dos Vurdóns

domingo, 9 de novembro de 2014

DOCE DE LEITE DA PALMIRINHA

E que pode estar em qualquer barraca, casa ou rancho de ciganos. Gostoso, bonito e cheiroso.

O resto é só lamber os beiços.

Cozinha dos Vurdóns

sábado, 8 de novembro de 2014

Manitas de Plata with Dali 1967- RARE & Full - MUST SEE



Os dias de maio sentirão a falta do companheiro, que passeava com seu terno branco, seu violão e sua alma gitana.



No dia 05 de novembro o flamenco ganha mais uma estrela.



Cozinha dos vurdóns

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