segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

MINI QUICHE DE ALHO PORÓ OU MINI GUIBANITZA SALGADA (UMA RELEITURA DA COZINHA TRADICIONAL)



MINI QUICHE DE ALHO PORÓ OU MINI GUIBANITZA SALGADA (UMA RELEITURA DA COZINHA TRADICIONAL)


Você vai precisar de forminhas – untadas e enfarinhadas – usamos 24 mini formas quadradas.

400 grs de queijo minas frescal – no ralador médio,

1 copo de requeijão culinário,

1 copo de queijo minas curado – ralado,

3 ovos,

3 colheres de sopa de farinha (de trigo ou de arroz), usamos a integral,

1 copo de leite,

10 azeitonas verdes picadas,

Sal a gosto,

2 colheres de azeite ou 1 colher de sopa de manteiga,

1 xícara de café de salsinha e cebolinha picados,

2 copos de alho poro em rodelas – a parte branca,

1 copo de nata fresca,

Alho granulado seco e cebola desidratada – o quanto baste.

Colocamos 2 pimentas de cheiro – sem sementes e bem cortadas.


Mistura-se tudo, tendo o cuidado de deixar o alho porô por último e colocando apenas metade do copo de leite. 
Quando tudo estiver no ponto, ou seja, bem misturado, acrescente o alho porô e a coloque 1 colher de sobremesa de fermento em pó no restante do leite. Misture delicadamente e pode colocar nas forminhas. O perfume é intenso e a massa fica deliciosamente delicada. Vai depender do forno, mas por aqui, leva de 20 a 25’ pra assar, no forno moderado.


Essa receita é uma variação da tradicional. É mais prática e muito mais leve. Pode-se usar presunto e bacon e coisas do tipo, carne moída e daí por diante. Optamos por prepará-las assim. Um jeito simples de levar até a sua mesa uma receita de muitas mesas, por muitos séculos.
 





Pessoas queridas,

As cozinheiras estão passando por um momento muito importante na sua cozinha e por isso estamos mais lentas do que o de costume. Não faltam receitas, nem visitas e nem trabalho, nos falta tempo e a vontade de sermos mais. Os trabalhos tem avançado e por isso conseguimos dar uma espiadela nos blogs, mas nem sempre conseguimos postar.

Perdoem a nossa sumida. Estamos ariando os tacho, fervendo as ervas e amassando o pão. Estamos em meio a livros e legislações, tentando abrir fronteiras, alargar ruas, trazer água e moradia decente a muitas pessoas que precisam sair da escravidão, da escravidão da ignorância e do desconhecimento. A receita é simples, mas falta caráter a muita gente para concluir a tarefa.

É preciso ensinar a direção que dá acesso ao poço de água e a estrada em construção, para que esse cidadão e cidadã de etnia romani, esteja ele no Brasil ou em qualquer outra parte do mundo, consiga exercer seu direito a liberdade, que de forma plena possa compreender de uma vez por todas; que não existem pessoas superiores elas. Que saúde, saneamento básico, alimentação, escola, condição de emprego e respeito pela sua cultura e pela sua casa, seja ela uma tenda ou uma construção de palha ou de alvenaria, fazem parte dos seus direitos e que portanto podem avançar todos os dias na construção de um mundo melhor. 

Que a década de inclusão dos Roma se faça também no Brasil

Cozinha dos Vurdóns




segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

BOLO CAMPESTRE DE LARANJA E FOLHADOS DE QUEIJO



 BOLO CAMPESTRE DE LARANJA

PARA O BOLO:

1 xícara de chá de suco de laranja puro – antes, raspe a casca de uma das laranjas e reserve a raspinha,
3 ovos,
1/2 copo americano de leite e ½ copo de óleo,
2 xícaras (chá) de açúcar (nesse coloquei a metade),
2 ½ xícaras (chá) de farinha de trigo,
1 colher (sopa) de fermento em pó.


  • Bata o suco da laranja com os ovos, o leite e o óleo no liquidificador.  
  • Depois de batido,  coloque numa vasilha e  acrescente o açúcar e a farinha de trigo. 
  • Bata bem;  coloque as  raspas e por último acrescente o fermento em pó e misture levemente.

Coloque em fôrmas  individuais, não precisa untar e nem 
enfarinhar, são as forminhas de papel ou de silicone. Leve para  assar. (O de mixirica fica um sonho).

Para os folhados, seja prática, compre a massa pronta e recheie com queijo temperado. Ponha pra assar e bom lanche.

Essa é mais uma releitura da cozinha.

Cozinha dos Vurdóns
porque os tempos mudam, mas as receitas manteem o mesmo sabor e as mesmas lembranças.
 






sábado, 16 de fevereiro de 2013

SOPA CREME

Aí está ... um bom jeito de terminar o dia e fazer pensar ...

SOPA CREME DE ASPARGOS


Cozinhe um maço de aspargos e 4 cebolas grandes, 1 batata grande e mais os temperinhos como salsa e alho no sal e no azeite. Isso significa deixar água de sobra tá, do tipo 2 xícaras de caldo. A parte coloque 1 xícara de macarão para cozinhar, grano duro. Reserve.
Fatie 2 files da sua carne predileta e frita em pouco azeite, até que esteja dourado. Acrescente os ingredientes que você bateu no liquidificador e por fim o macarrão já cozido.

Essa sopa junta a proteína da carne, a batata engrossa o caldo, o bem estar digestivo do aspargo, o anti gripal da cebola e o carinho das avós.
Receita certa. Verifique o paladar e bom apetite.

SOPA CREME DE LENTILHAS


Separe 3 xícaras de lentilha e leve ao fogo com azeite, tiras de bacon, 2 tomates, 2 cebolas, alho, sal e 2 sucos de limão. Cozinhe até a lentilha começar a desmanchar. Desligue. Junte pedaços de carne de porco - tipo lombo ou costela e refogue em pouco tempero, azeite e limão. Bata grosseiramente a lentilha no liquidificador e acrescente na panela que está a carne. Verifique o tempero e vá em frente. Bons momentos para se pensar em aconchego.

Cozinha dos Vurdóns




sábado, 9 de fevereiro de 2013

A LUZ DO CONHECIMENTO, PELA MÃO DE UMA AMIGA

Chegaram ontem, já no final da tarde...um pequeno pacote, vindo de Portugal, do Porto, de uma livraria que vende livros e expande luz ... Livraria Lumiere.


E logo que chegaram já foram iluminado a sala e abrindo sorrisos. Pelas escadas que ligam a nossa sede, ouve-se sorrisos... Chegaram ...
OS CIGANOS - parece mais um conto de fadas, um desfio que o neto da escritora nos impôs e o qual aceitamos de pronto...e começa a leitura.
A Mãe Cigana - o conto " Como nasceu o violino" e tanta coisa linda que ninguém ficou sem ler e sem levar pra casa mais essa carinho.
Sabe Cláudia, as vezes deixamos de fazer isso...deixamos de iluminar outras vidas, pois é isso que a leitura faz, abre uma janela, arranca o teto das nossas ignorâncias e permite que a luz entre, quebrando essa imensa escuridão.
Dia 02 de fevereiro tivemos dois contos, lidos por Pedro Brandão e por certo teremos roda de leitura, trazendo o sonho e a ternura de Sophia de Mello Breyner para mais perto. 
As margaridas são para tí e um pedacinho da sede, que hoje, cumpre mais ainda com seu símbolo, a cruz de camargue: homens do mar e os homens da terra, ligados pelo  amor, caridade e fraternidade.  os guardiões de Sara.


Nais tukê Cláudia, em meio a tantas coisas, seu carinho iluminou nosso trabalho.

Cozinha dos Vurdóns

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