quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

MAIS QUE UMA SOBREVIVENTE, UMA ROMANI

 


 
 "Busquei a caneta porque precisava me abrir, gritar"
Ceija Stojka


 

 Não roubaram meu sorriso...

 
 A artista cigana Ceija Stojka, cujo trabalho ajudou a expor a perseguição nazista ao seu povo, morreu na segunda-feira (28) aos 79 anos em um hospital de Viena, disse sua agente à agência de notícias APA.
 

 
Nascida na Áustria, Stojka sobreviveu a passagens pelos campos de Auschwitz, Bergen-Belsen e Ravensbrueck. Apenas cinco outros membros de sua família, que tinha mais de 200 pessoas, sobreviveram.




Ceija Stojka
Sobreviveu do Holocausto




http://holocausto-doc.blogspot.com.br/2013/01/ceija-stojka-sobrevivente-do-holocausto-artista-cigana-morre-aos-79-anos-nazismo-porrajmos-austria.html

Cozinha dos Vurdóns

sábado, 26 de janeiro de 2013

PORRAJMOS DOS DIAS ATUAIS - HOLOCAUSTO

 foto registro do holocausto/net. Período: 2ªguerra
 foto do Holocausto de hoje/ tempos atuais/net

Muitas vezes achamos que os fatos restritos ao passado, devem por lá ficar. Outras vezes acordamos e vemos que de forma diferente as coisas continuam acontecendo. No holocauso a situação era isolar, retirar condições de liberdade, matar a cultura e restringir a liberdade de pensamento. Tanta liberdade incomoda, sobreviver incomoda, incomodava naquele tempo e hoje também.
Bom a guerra acabou há uns bons anos, mas suas réplicas, tal como um vendaval e seus rastros, um terremoto e seus subseguentes abalos continuam. De roupagem nova e de maneira diferente, cada qual se apoiou em alguma crença, em alguma religião. Outros se isolaram em locais e alí permaneceram sem se importar com a evolução do mundo, aceitaram sua pequenez e se preocuparam com dia seguinte; sobreviver. Outros juntaram tudo e fujiram, avançaram para muitos países, andaram, porque andar nunca foi um problema para o povo romani.
É preciso lembrar o que houve, é preciso honrar quem se foi, é preciso aprender e não cometer os mesmos erros, é preciso identificar a raiz de tanto preconceito, além do medo do desconhecido e da ignorancia humana. 
Mas se torna imperativo abandonar de forma pessoal, práticas que de forma camuflada, colocam homens e mulheres, crianças e idosos no mesmo padrão e no mesmo ritmo de segregação.
Segregação racial significa porajmos. Segregação racial significa holocausto. O que mudou foi a forma de isolamento, as cercas dos campos de confinamento, a negação da comida, da saude e do direito de escolher sua própria religião. E isso vale para todos, romani ou não. Hitler estava longe de ser burro, representou como Mao Tsé Tung, a vontade eterna da superioridade e contou com o consentimento do mundo em se calar diante da míséria e da sobrevivência. O sangue foi e é usado até hoje para separar vidas, destruir famílias, humilhar pessoas e acabar com culturas. Fica a pergunta: Banalizar é a saída, banalizar sentimentos, pessoas, religiões, crenças, gênero?
Não pensem que o Holocausto acabou, ele mudou a vida de cada descendente daquele horror, de cada um deles. De tantos que se aventuraram e sairam para tão somente sobreviver. 
Todo o Holocausto já foi conseência, já haviam trajetórias de ódio marcadas antes dele e nem com isso a humanidade se importou ou lutou contra. 
Qual a diferença que tanto agride os conceitos de moral? Não existe. Existe apenas essa doença que se alastrou através dos séculos sem fim e condenou a todos nós, mais ou menos, direta ou indiretamente, por guerras ou exclusão, por mediocridade ou poder; ao absurdo do extermínio.
As vezes ficamos caladas, as vezes choramos, as vezes brigamos e discutimos, porque infelizmente todos, romani ou não, também caem na esparrela da divisão e da separação. 
Não pensem que o Holocausto acabou, ele apenas mudou de nome, deixou de ser contado em versos atuais e de vestir os trajes da época. Hoje o Holocausto se traduz em miséria, pobreza, falta de políticas públicas aplicadas e principalmente falta de respeito ao outro, seja ele quem for, esteja onde estiver, fale a língua que falar, tenha a religião mas soberana ou menos soberana que quiser seguir. O pior de tudo é que aqueles que acreditam em Deus ou tenha ele qualquer nome que queiram dar, usam esse mesmo mecanismo para matar, exterminar, excluir e marginalizar.
Pra nós esse é o Holocausto, para nós o Porajmos continua, disfarçado de miséria e pobreza, de violência e de intolerância.
  

Brasil/acampamento SC

Daqui nos foi pedido ajuda,
pedimos a Deus que nos desse ajuda,
uma das ajudas se chamava Ticiana Valle ...
Mulheres como nós, Linda, Vilma, Profº Ticiana, Denir e Delir, calins que nos ajudam a acabar com a nossa própria ignorancia. Mulheres que nos ajudam a ser mais mulher.
Profª Ticiana Valle, profissional de dança, especialista em folclore árabe (dança do ventre), é integrante da diretoria da Associação de Grupos de Dança de Joinville (ANACÃ), e empreendedora do espaço cultural  Adma Mirage Estúdio de Dança do Ventre.

 Às vezes achamos que é quando damos algo e ajudamos alguém, somos merecedores de agradecimentos.  No fundo é o contrário, o que elas nos deram não tem preço. Não é de forma alguma escolher o futuro dessas pessoas; é fazer com que possam escolher o futuro que querem ter. 

 Assim, quando encontrarem uma das mulheres da AMSK em algum acampamento, reunião, assembléia, restaurante ou festa, não nos pergunte coisas pessoais, se somos de qual família, de que jeito, qual o carro, quanto de dinheiro temos e assim por diante. Essa é a nossa foto, a mesma do pé da calin Delir, é por essa realidade que lutamos dentro e fora do Brasil. É pelo direito de ir e vir, de não morrer sem assitência só porque é "CIGANO", lutamos pelo direito de existir, com nossa história, com nossas separações e com nossa dor. Não nos peça para separar ajudas por etnias, para brigar por colocações, por status ou por fotografias de jornal. 
Descender significa trazer no corpo e na alma, um traço, uma história, uma verdade, uma realidade. Essa é a nossa. Sem fantasia, sem misticismo, sem demagogia. É exatamente aí que poderão nos encontrar, no chão batido e nas ruas de muitos países. Com calins, romnis, lovaras e com a certeza do que somos e a que viemos.

Não permitam que o Holocausto continue acontecendo, em forma de desinformação, preconceito e racismo. Ele só muda de país e de língua. Nós é que podemos mudar as fotografias, e todos os dias temos essa chance, de viver além do nosso umbigo.


http://www.unionromani.org/notis/2013/noti2013-01-28b.htm
uma realidade no mundo.

Cozinha dos Vurdóns

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

JARDINEIRA DE LEGUMES, uma leve releitura



Numa versão bem mais atual, os legumes e as cebolas cozidas em caldo de carne, aqui de lombo ou de costelinha, levam limão, cenoura e batatas.


As torradas é claro, são sempre bem vindas. No fundo uma releitura do cozido tradicional, com ares de modernidade, afinal, a fila anda e os anos avançam.


E a vida segue,


simples, simples, como de fato é.

Cozinha dos Vurdóns

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

COSTELINHA DE PORCO A MODA



COSTELINHAS DE PORCO A MODA DO CAMPO


Corte as costelinhas e tempere com bastante cebola, alho, salsa e cebolinha, um pouco de páprica e 4 cebolas bem picadas, exprema o suco de limões e coloque 1 colher (sopa) de azeite. Misture tudo, tampe a panela e vá jogando um pouquinho de água até que doure bem devagar.

Vá mexendo e acrescente aos poucos, mel em fio - mais ou menos 3 colheres (sopa) de mel. E elas ficam essas maravilhas aí.

COSTELINHAS DE PORCO A MODA MORISCA

O tempere é o mesmo de cima, o que muda são as cebolas cozidas, os pimentões e as ameixas, que são colocadas no final do assado. Para assar se coloca também gotas de manteiga e se cobre com papel alumínio por 20', depois destampa e deixa chagar no ponto.

E pra fechar com chave de ouro, uma panacota de Yorgute grego com frutas vermelhas ao vinho. A mais nova invenção da cozinha em duas mãos...os testes avançam com sucesso...
 Cozinha dos Vurdóns
Num delicioso inicio de ano.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

ESTATUTO DOS POVOS CIGANOS (NO BRASIL E NO MUNDO)



ESTATUTO DOS POVOS CIGANOS





No mês em que se lembra das vítimas do Holocausto, resolvemos fazer uma listinha horrível, mas necessária de algumas coisas que estão acontecendo no Brasil e no mundo. RROMAFOBIA.

Quando se luta contra o preconceito, se faz isso todos os dias. Quando estamos de férias, quando temos problemas pessoais, quando estamos cansados e por aí vai. Essa luta permanece em nós da mesma forma que escovamos os dentes pela manhã, porque ela diz respeito ao que queremos para nós mesmos e como queremos viver e em que país ou lugar queremos estar. Somos cidadãos do mundo e isso é fato.

 FOTO: AMSK/Brasil

Antes de mais nada, devemos compreender que o Holocausto/Porrajmos só foi possível pela omissão dos países, nada disso precisa ter acontecido, se plantássemos flores no jardim dos nossos amigos e no nosso, mas não, essa porcaria de superioridade infeliz contagia e contamina, nações, governante. Pessoas em fim. Sempre será uma vergonha, uma mancha para a humanidade, mas antes que ela comece e ou volte a acontecer de novo, vamos lá, lutaremos contra, sempre.

Pra quem acha que no Brasil é bonitinho ser cigano, chamar a atenção, desfilar de cartomante chique ou fazer tipo, está muito enganado. Vamos esperar os lançamentos oficiais do governo, feitos por quem realmente irá fazê-los acontecer e por quem realmente faz mais do que reuniões e discursos bonitinhos.
 Foto: Profº Flávio José.

Não tem diferença, o processo se alastra por todo o mundo e não podemos ficar calados, aceitando reportagens erradas, discursos vazios, maldição digital (lembrei de vc Cláudio), firulas e egos. O movimento no Brasil, vai se consolidando e avançando e chegará sim aos padrões internacionais, pois a luta pertence ao mundo e não a cancela de nossas próprias casas.

A luta contra a Rromafobia, começa dentro de nossas casas, dentro de nós mesmos e avança, até alcançar as práticas públicas, as estradas, a saúde, a escola e daí por diante.



O Estatuto dos Povos Ciganos é fato e não palco de comentários ignorantes e notícias atravessadas, para que ele aconteça, o Senado, através do Senador Paulo Pain, aceitou nosso pedido público de que essa coleta de informação fosse feita por estado, respeitando todas as etnias e seus problemas pontuais. Esse pensamento nunca foi sempre nosso, esse pensamento e essa convicção foi dita pela cigana kalin Maura Piemonte na plenária do Rio em 2012, pelo Sr. Alexandro Castilho, em reunião com órgãos governamentais, de muitas outras organizações e pessoas, esse pensamento reflete a opinião de pessoas que vem lutando a sério e não que disputam egos do EU QUE FIZ. É hora de começar a pensar e que cada comunidade fique atenta a essas reuniões, para que possamos divulgar de maneira integral e todos. A de se pensar em educação (por Cláudio Iovanovitch, por AMSK/Brasil, a exemplo da Escola de Itumbiara), a de se pensar em cultura (Ruiter, Carlos Calon e outros), a de se pensar no futuro que leve a união de todas as etnias romani nesse país. Não interessa se você é Calon, Rom ou Sinti, importa que todos precisam ser vistos como pessoas e terem seus direitos respeitados e cumprirem com suas obrigações. Essa não é uma luta de uma pessoa ou de uma organização, essa é uma luta de todo cidadão e cidadã brasileiro de etnia romani ou não, por isso a ação afirmativa: BRASIL ROMANI EU SOU. 



O Estatuto tem a dinâmica de definir mais claramente e nominalmente as necessidades e as leis que protegem essa etnia. Com ele os direitos serão amplamente discutidos e normatizados, ajudando e muito o dia a dia das pessoas, melhorando o futuro de agora e o futuro de gerações. Um estatuto não se faz com achismos, balanços de saia, informações erradas e egocentrismos. Precisamos de dados, ações concretas, sociedade civil, governo e ciganos, todos.

Dar as mãos é o caminho, conversar é a solução e começar a pensar que o imediatismo não trás resultados, trás atrasos.







HUNGRIA:

Un escandalo ha estallado en Hungría desoués de que el fundador de Fidesz, el partido del Primer Ministro Viktor Orban, a hecho una llamada para “exterminar a los animales Rroma (gitanos), provocando una reacción de condena, no solamente desde la oposición sino también desde el partido en el poder. https://baxtalo.wordpress.com/2013/01/09/hungria-una-persona-proxima-al-gobierno-hace-una-llamada-al-exterminio-de-los-animales-rroma/



BRASIL – JUIZ DE FORA


POVO ROMANI : DIGA NÃO A "OPERAÇÃO ROMANI"

EU TAMBÉM SOU CIGANO

EU TAMBÉM SOU ROMANI



GRÉCIA:


70 individuos atacaron un barrio gitano incendiando seis viviendas y cuatro vehículos. Ocurrió en Etolinkon (Grecia). La propia policía ha confirmado que  unos 70 habitantes de este pueblo, muchos de ellos encapuchados, atacaron un barrio habitado por gitanos, donde incendiaron seis viviendas y cuatro vehículos. Se desconoce si hubo heridos aunque en este caso se pudieron evitar porque las familias gitanas que habitaban el barrio huyeron despavoridas cuando vieron acercarse a la multitud de agresores armados y encapuchados.




El degüello sucedió en Žihárec, Eslovaquia, el 1 de enero de 2013. El país se ha sentido sacudido cuando ha conocido el brutal asesinato de Daniel Horváth, miembro del Partido Unión Romani, un hombre joven de 37 años, gitano, que fue decapitado en vida, según se ha anunciado tras la autopsia judicial. El asesinato tuvo lugar hace una semana y el cuerpo decapitado fue encontrado varios días después cerca de la aldea de Šoporňa.



BRASIL - BAHIA


Quando o oprimido vira opressor: Racismo, preconceito e violência em Santo Amaro, Bahia.

 

ITÁLIA


Rogo al campo rom, diciotto arresti. Volevano cacciare i bimbi dalla scuola


http://www.lastampa.it/2012/07/10/italia/cronache/rogo-al-campo-rom-diciotto-arresti-volevano-cacciare-i-bimbi-dalla-scuola-FF5Vb168XDuqj0hnRMgVaO/pagina.html

 

PORTUGAL

 
O Centro de Estudos Ciganos vem por este meio mostrar o seu desagrado e repúdio pela situação denunciada pelo Jornal Crime relativo ao
FAX xenófobo que a PSP de Almada enviou a escolas para identificar alunos ciganos com cadastro.
Sem querer generalizar, porque acreditamos que existem excelentes profissionais ao serviço desta entidade (PSP), lamentamos esta inconstitucionalidade cometida pela PSP de Almada, que em vez de dar exemplo, fomenta a discriminação racial e traz à tona o tempo da PIDE.
Assim, porque já não acreditamos nos mecanismos democráticos ao serviço do nosso país que têm responsabilidade de punir esta situação, porque como se costuma dizer "fica tudo em águas de bacalhau", decidimos recorrer com uma queixa para o Centro Europeu dos Direitos dos Ciganos (European Roma Right Centre) Só a nível europeu temos esperanças que esta situação possa ser punida. A ERRC há um ano conseguiu junto do Comité Europeu dos Direitos Sociais que Portugal fosse multado por não garantir à comunidade cigana residente no país condições de habitação adequada, violando o direito da protecção contra a pobreza e exclusão social.
BG

 ROMÊNIA

 Grupo extremista quer pagar a ciganas romenas para serem esterilizadas.

O grupo acusa a comunidade cigana de ser um "fardo para a sociedade romena" e ofereceu-se para pagar a esterilização de mulheres da etnia cigana.

 http://holocausto-doc.blogspot.com.br/2013/01/grupo-extrema-direita-quer-pagar-ciganas-romenas-para-serem-esterilizadas.html

PORTUGAL (Relato do Bruno Gonçalves)

Vergonhoso!

Comunicado do SOS Racismo

Casa do Benfica de Elvas não serve ciganos no seu estabelecimento.

O Flávio André Gama Cardoso, no dia 16 de Dezembro de 2012 foi acompanhado de sua namorada Natacha Ben-Diab (Miss Casa do Benfica e Miss Casa do Benfica Alentejo) e algumas amigas como habitualmente faziam á Casa do Benfica de Elvas, pediu um café ao funcionário do bar que não lhe deu atenção nenhuma, voltou a pedir novamente um café e o funcionário Pedro Patinhas repentinamente disse:"Não te posso servir". Perguntou as razões de tal impedimento, pois das outras vezes que lá foi, sempre o serviram e nunca lá teve nenhum problema, até já lá esteve em jantares com grupos de amigos. O funcionário alegou que não o serviria pelo facto de não ser sócio, o Flávio disse que tinha conhecimento de pessoas amigas que lá estavam e que estavam a ser servidos sem serem sócios...
Face ao argumento do Flávio, o funcionário resolveu chamar o Manuel Claudino (Presidente da casa do Benfica) que não apareceu. Depois dirigiu-se a outro funcionário de nome Daniel que recusou igualmente servir o Flávio alegando ele não ser sócio, o Flávio voltou a dizer que estavam outras pessoas no estabelecimento na sua mesa a consumirem sem serem sócios...
Por fim o Daniel disse directamente ao Fábio porque o não servia, á frente de todos os presentes, tu és cigano e por isso não te servimos...
Depois de tal afirmação, disse ao funcionário que iria chamar a polícia e formular uma queixa, o funcionário mentindo, disse que era cigano também, uma enorme mentira pois o Fábio andou com sua filha na escola e sabe bem que ele não é. Chamou a polícia e fez queixa...
O Fábio é um cidadão conhecido pela sua educação, respeitado na escola e na cidade...

O SOS irá apresentar uma queixa junto da Comissão Nacional Para a Igualdade e Contra a Discriminação Racial, espera que a Casa do Benfica seja responsabilizada pelos seus actos racistas contra o Flávio, pois as alegações de admissão de sócios é legítima quando funciona para todos e não só para o Flávio que frequentava a Casa até que o identificaram como português cigano.
Mais uma vez Portugal mostra que está longe de ser um país de brando costumes e tolerante como quer que se apregoe além fronteiras...

 cozinha dos vurdóns

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

CAÇOLET DA MAYLÊ NA COZINHA ITINERANTE





CAÇOLET DA MAYLÊ NA COZINHA ITINERANTE


 Toulouse

Tanto na França quanto no Brasil, o Cassoulet é simplesmente um dos pratos mais apreciados por quem gosta de boa mesa com jeitinho de história. Comida simples que encanta pela simplicidade e paladar.

Bom, arriscamos...numa rápida passagem no ano passado pela França, decidimos provar e fazer esse prato maravilhoso. Aqui repetimos a dose, num estilo totalmente nosso. Deu certo, então, aí vai.

A diferença básica é que por lá usamos linguiça de pato e aqui usamos porco defumado e calabresa.

Feijão branco/Seco, sal especial (por lá, flor de sal, comprado no mercado de Paris, logo que desembarcamos e aqui usamos a flor de sal que aprendemos a fazer a algum tempo e leva limão siciliano e gengibre). Cebola, alho e azeite, farinha para dourar, nos dois usamos alho porô.

 Cozinha sede - Brasil
O caçolet (como preferimos chamar) é um prato típico camponês e só isso já nos chama a atenção, na região de Languedoc-Roussillon. O prato ou iguaria divina nasceu provavelmente entre 1.300 e 1.400 DC, fazendo parte da Guerra dos Cem Anos. Feito numa panela só. 

Tudo muito parecido com os cozidos que desde sempre são apreciados por várias etnias romanis.

 Cozinha dos Vurdóns.

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SOU CIGANO - Bruno Gonçalves