sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

RECEITA CIGANA - ADJA DA SORTE

Baxt hai sastimos tiri patragi 
Desejo-lhe sorte e boa saúde.

OREST  KIPRENSKY
 1830
Gallery: State Russian Museum, St. Petersburg, Russia

Mulher Cigana lendo a mão (NET)

É tempo de ler as linhas da mãos, com sabedoria e altivez,
com humildade e disernimento.
Se a sorte te visita,
não a deixe fugir,
Se a tristeza te acompanha,
te esforça para recordar os momentos felizes,
a sabedoria sempre encontra o caminho,
a serenidade sempre recobra os sentidos,
a magia sempre ilumina a alma
o céu te protejerá por teto,
as estrelas por manto,
e que a liberdade seja sempre gaiola aberta
a guiar serenamente,
as estradas que se abrem.
Porque são nas linhas da tua mão
que se contam as vitórias,
que se tece o tempo,
que se constroi o presente
que se aprende com o passado
que se colhe o futuro.

ADJA A SASTIMÔS
(sopa da sorte)

O Manrõ feito redondo tal qual a roda da vida. Não deve cortá-lo com faca, faça com as mãos, retire o miolo, mas não alcance o fundo, pode furar.
Separe 2 punhados cheios de lentilha - meio coité ( xícara de chá), 4 de ervilhar secas, 1 de ervilhas frescas e 1 de ervilhas em favas.
Numa panela alta e de fogo brando, deite 1 celola picada, 4 colheres (sopa) de azeite ou 2 de manteiga, 1/2 maço de cebolinha, 4 dentes de alho amassados e 1 colher de sopa de sal.
Refogue até dourar.
Coloque agora os grãos secos - ervilhas secas e lentilhas. Mexa até tudo estar integrado e ponha 2 litros de água. Aumente o fogo e deixe ferver até engrossar e desmanchar.
A parte corte tiras de bacon ou de pernil e frite na própria gordura com um pouquinho de água. Junte a panela a carne e as favas, mistur e prove o sal, acrescente a ervilha fresca, e veja se precisa de um pouqinho mais de água, no máximo  um copo. Desligue o fogo e encha o pão.
Bhá Kalinka

La Feinte Bohemienne

dated 1764
"Pretend Bohemian"

“Thie Aves 2012 Thiatlô Tai Lom, Manrô Tai Sunkai!”
Que você seja abençoado com o sal, pão e com o ouro!

 A leitura da mão sempre fez parte da cultura e da crença dos povos Rhom e sempre o fará. Cada vitza (família) o faz de forma ordenada, sendo debaixo de suas tentas, seja na sua tsara (casa), seja nas praças e feiras.
Trazemos na palma de nossas mãos o maktub (destino) traçado e assim como as estrelas do céu se deslocam conforme o tempo e viajam pelo universo, as linhas de nossas mãos  o fazem, nós podemos mudá-las, assim como o dharma significa movimento destino e construção.
Por isso a frase: não a bem que sempre dure e nem mal que nunca se acabe, o que existem são caminhos, ações, respeito, trabalho duro e uma pitadinha de sorte.

THAJ BAXTALO NEVO BERS 2012

Cozinha dos Vurdóns


quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

A COZINHEIRA DE Nº 6

Até agora todos estavam acostumados com nós 5 ... entra em campo, ou melhor no dojô a cozinheira de número seis, a advogada da AMSK/Brasil, a que nos ajuda a derrubar barreiras, construir pontes e provar que podemos de forma ordenada e legal lutarmos por nossas idéias. A Drª Elizabeth Barbosa  conquistou nesse ano de 2011 o respeito e a admiração de muitas mulheres, provando que é possível lutar fora e dentro do tatami, com seriedade, dedicação e respeito. Afinal de contas, limites existem para serem quebrados e barreiras para podermos vencê-las.
Eis a nossa cozinheira campeã PANAMERICANA  /2011 (forma adulta)

1º lugar  com o dedo quebrado e tudo.

Em 2009 e em conjunto com a AMSK, ela prestou assistencia jurídica e esclarecimento sobre os direitos das mulheres no dia a dia e encabeçou o mini curso de defesa pessoal. A Beth sempre preferiu o anonimato, afinal esse é o motivo de usar-mos o nós e não o eu, mulheres antes das profissões ... confessamos que ela nem imagina sobre esse post, mas é uma das formas de agradecer o carinho e a dedicação voluntária dessa grande amiga, irmã e mulher.

Valeu Beth...2012 é o Campeonato do Chile e 2013 outro Panamericano no Brasil. Valeu a garra...

Cozinha dos Vurdóns

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

ADJA DE NÁUATLE TOMATL NAS CONVERSAS DA COZINHA

fim de ano ... sempre é assim, recordamos e nos sentamos ao redor da mesa da cozinha. Estamos na era de peixes, a era regida pela espada, ninguem tem mais dúvida alguma sobre isso. Estamos nos aproximando da era de aguárius ... século XXI e entrará com todo o seu explendor por volta de 2600 da era cristã. Entramos no terceiro milênio.

zingara che legge i fondi di caffé
Paolo Melodia
"nada ficará encoberto sobre a regencia da espada, e não serão anos a contar e sim a maior das eras, a de peixes, a força da resistência a ceifar e a nova era a lavar o sangue derramado... e as águas a mostrarem as sujeiras e dissipá-las ... e assim está sendo..." a era da harmonia, da intuição - o coração acima da razão, a era de aguárius.

Essa era ocorrerá quando o Sol, no dia do equinócio da primavera, nascer a frente da Constelação de Aquário. A cada 2160 anos o Sol, no dia do equinócio da primavera, nasce a frente de uma constelação diferente.


A humanidade fecha mais um período doloroso, com doenças avazaladoras, guerras sangrentas, perda de valores humanos, o aumento da xenofobia e a terrível fome. A depressão mata mais que qualquer outra doença e juntamente com a solidão será considerada a doença do século. A humanidade fecha mais um período de esperança renovada, a busca das coisas simples, a conciência igualitária, a retomada de valores humanos básicos, a solidariedade entre irmãos e a formação de uma rede de auto ajuda contra a miséria e a fome.

Perdemos muito, ganhamos muito ... essa é a roda da vida, para cada giro um planeta, uma era, um tempo, uma construção. Construa. A cozinha tem nos dado, a nós todas, uma visualização mais clara de onde estamos e pra onde devemos ir. Começamos apontando defeitos e corrigindo discursos, inflamando injustiças e ganhando terreno. Hoje, cozinhamos e coversamos, levantamos edifícios, administramos empresas e cozinhamos bolos, fazemos partos, dançamos e cozinhamos doces e tortas, instituimos leis, tratamos doenças e cozinhamos e assamos pães. A vida não para na próxima estação, ela não para em estação nenhuma, nós é deixamos de enxergar as paisagens que se modificam, remodelam e se renovam a cada curva do caminho. Nos acostumamos com a imagem que idealizamos e nos esquecemos que o universo se movimenta, então, quem somos nós para ficarmos paradas?

ADJA  DE  NÁUATLE
(SOPA DE TOMATES)
 Um fruto inca que percorreu o mundo.

1 colher (sopa) de manteiga com sal e 1 de azeite,
8 grãos de pimenta-do-reino

2 folhas de louro (opcional)

1 canela em pau

2 dentes de alho picados

1 cebola média picada

6 a 8 de tomates picados

1 colher (sobremesa) de gengibre ralado

2 colheres (chá) de açúcar

1/2 colher (chá) de sal

uma pitada de pimenta em pó (opcional)

uma pitada de pimenta-do-reino moída na hora



Ferva 825 ml de água. Em separado aqueça o azeite e a manteiga numa panela grande em temperatura média. Adicione a pimenta-do-reino em grãos, as folhas de louro e a canela em pau e frite, mexendo, por muito pouco tempo para não queimar, ou até que sinta o aroma das especiarias.
Coloque o alho e a cebola e continue mexendo até que a cebola esteja dourada. Acrescente os tomates e frite até ficarem macios.


Despeje na água fervente, mexa e leve de volta ao fogo. Abaixe o fogo e deixe cozinhar sem a tampa por 5 minutos, mexendo de vez em quando.
Coloque agora o gengibre ralado, o açúcar, o sal e cozinhe por mais 5 minutos. Retire o pau de canela.
Bata a sopa no liquidificador e coe (se quiser) em um pano. Coloque de volta na panela. Aqueça novamente e sirva quente, regado com um fio de azeite e salpicado de pimenta-do-reino ou salsa fresca.

  gypsy in the forest
Ludwig Knaus

 Cozinha dos Vurdóns

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

O NOSSO NATAL - CONVERSAS NA COZINHA

Tanto quanto baste, o sonho permanece, chegou o natal.
Mesmo que a realidade de viver sem o sonho encantado seja uma primícia das muitas crianças sem direito ao encantamento e a doce descoberta dos dias.
Aos adultos de ontem o direito as canticas e as ladainhas,
a fé inquestionável.
Aos adultos de hoje que balançam entre a amarga verdade dos dias e o consumismo egoísta de um natal cada vez mais cruel - ter para ser.
As crianças grandes que redobrem a atenção,
que construam presépios vivos em suas vidas,
que perpetuem o sonho de um rei que nasceu numa manjedoura.
De um natal feito de gente e não de moedas.
Que plantem pinheiros para sinalizar as casas,
que construam pontes antes de pensarem em barreiras,
Que recolham o leite e o pão, mas o carinho e o respeito aos homens, acima da própria mesa.
Que as dificuldades sirvam para crescer, aparar as arestas, procurar outros caminho.
E para as crianças, que o natal chegue em tempo de luz e de exemplo, de reza e de mesa farta. Quisera Deus que fosse assim para todos. Nada é mais cruel que tirar delas e sonho.

 torrões de caramelo
Hoje, cozinhamos para elas e quem sabe um dia muitas outras pessoas o possam fazer, assim como São Nicolau o fez, em tantas noites de frio, retribuindo a todas as crianças, nossos pequenos reis, o gesto dos três reis magos, presentes para a caminhada nessa existencia terrena. Enxergando em cada criança o lado divino da existencia humana.

biscoitos de natal

No Brasil, Portugal, Romênia, Hungria, Itália, França e em muitos outros países, crianças, nossos pequenos reis, nascem com o estigma do preconceito e da desconfiança.
Na Etiópia, Somália e em muitos países africanos, crianças negras pagam o preço do preconceito e da escravidão com as próprias vidas,
Em muitos países a prostituição infantil inesiste perante a sociedade, abuso encoberto pelo resto humano,
Milhares de criança, convivem todos os dias com a miséria, a pobreza e a impunidade, debaixo dos nossos olhos e morrem todos os dias, como se jamais tivessem existido.

"Muitas vezes a nossa pequenez diante da vida e dos fatos, nos entorpece a vista e as forças. Muitas vezes nos tiram o sorriso dos lábios e a coragem de andar. É por esse motivo que nunca somos uma ou outra, é por isso que somos nós, e é por isso que lutamos além das nossas profissões e acima das nossas vidas pessoais.
Distribuir torrões e bolachas é alimentar o sonho de que um Deus existe e olha por nós e de que a dádiva maior está em dar". 
Cozinha dos Vurdóns



"O Devel havo kerd’as as I phuv, he savore so odoj hi, odoleske, kaj ehi o Raj andro upruno Devel, he andri phuv tele na besel andre Kangera, Kerde e manusengre vastentsa". 

O Deus que fez o mundo e todas as coisas que nele existe, esse sendo Senhor do céu e da terra, não habita em templos feitos por mão do homem. 
Ele está em toda a vastidão.

Feliz Natal a todos.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

FELIZ NATAL - LACHO KRECHUNO

HOJE


Subimos ao céu para colher estrelas,
e a criança nos deu permissão para trazê-las.

Em fio de ouro e de prata, costuramos seus nomes uma a uma e
tecemos uma rédia, tão iluminada que nenhuma escuridão poderia ofuscar o brilho da estrada.

Trouxemos os sonhos disfarçado de anjo,
para que pudesse sem sossego e desalento, acompanhar seu sono.


Pedimos aos céus para cobrir de verde, o tapete da tua existência,
e que em todos os tons e cores estivesse gravado a vida, em cheiro e em forma.
E que nada te falte.

HOJE,

Visitamos os prados e os campos, as montanhas onde a tua alma habita, serena e absoluta e pedimos as pedras que concedam a fortaleza devida sob seus pés e a exuberância de sua fortaleza sob seus olhos.


HOJE,


Pedimos ao mar que as marcas em sua areia e as dificuldades que te impedem de andar, fossem lavadas e a fé revigorada,
que sobre o doce manejo de suas águas,
todo o choro se abrandasse e toda a lágrima secasse.

 Hoje,

Pedimos que a sua memória não se apague, em lamúrias e desânimo, e que os céus te sacudam, se preciso for, lembrando que abaixo dos teus pés e acima de tua cabeça, existe uma força maior.
Digo hoje, porque ontem já passou, não adiantaria pedir ao tempo que voltasse, só nós ainda pensamos assim as vezes, o tempo anda pra frente e é pra lá que devemos seguir. 
Amanhã não nos pertence, embora sejamos nós a construí-los.


Fia

E é por desejarmos tudo isso a cada um de vocês que dizemos;


FELIZ NATAL
FELIZ NASCIMENTO,
FELIZ CAMINHO,
LACHO DROM,
LACHO KRECHUNO .

Cozinha dos Vurdóns



segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

RECEITA DE NATAL - CULINÁRIA CIGANA

CIGANOS DA ESPANHA...
                     Há de se respeitar essa gente, lutam como touros pela cultura, pela liberdade e pela vida com direitos e deveres. Andaluzia, terra de gitanos, de cantos e de danças...terra em busca do equilíbrio e da esperança de um futuro melhor.

PERNIL ENCAPADO

Corte uma boa banda de pernil (fuja do osso) de mais ou menos 2 kg e deixe marinando na noite anterior com: 1 copo de vinho branco, 1 de água, 7 dentes de alho amassados, suco de 2 laranjas, 1 colher de mel ou 1 de açucar, 7 ameixas pretas sem caroço, 1 colher de sobremesa de páprica doce, 2 colheres de sal e umas 4 colheres de azeite de oliva. Vá virando e deixe o pernil tomar gosto, com filme plástico para cobrí-lo e geladeira para conservar. 
No dia seguinte, pique 5 cebolas grandes e reserve junte com o marinado, retire o pernil, cubra com papel alumínio e coloque no forno a 220 graus por mais ou menos 20' ou até que esteja cozido - gastei mais 10' pra isso.
Enquanto isso prepare as batatas - 7 batatas grandes, com casca - cozinhe em bastante água, 1 colher de sal, 1 ramo de alecrim e 7 cravos da índia. Reserve e não retire a casca.
Depois de cozido, cubra o permil com bacon e retire o alumínio, volte para assar e aproveite o líquido que se formou para molhar o pernil. Deixe mais 20'.
Numa panela coloque a marinada que ficou de molho no pernil e deixe reduzir até começar a refogar, então vá passando no pernil - dá uma 3 a 4 passadas. Coloque as batatas do lado e volte para o forno. Picamos as ameixas para que elas ficassem bem distribuídas. Vá olhando o ponto e quando estiver com cor de caramelo escuro, está pronto. (esse tempo depende do forno - aqui coloco o meu bem no alto e o penil na trempe de baixo - mais ou menos 30 minutos).
O torresmo é por conta de cada um, mas gente, no Natal pode...é muito bom.

Gitana
Romero de Torres

Cozinha dos Vurdóns

domingo, 18 de dezembro de 2011

FRANGO COM MANGA E CARDAMOMO

Receita da casa, ou melhor da Bertha, no melhor estilo Maylê...

Desosse e tire a pele de 2 coxas e 2 sobre coxas de frango, e pique em pedaços médios (ou pequenos). Reserve. Coloque uma frigideira grande e antiaderente em fogo médio e deixe que aqueça. Para saber se já está aquecida, você pode pingar algumas gotas de água na frigideira. Se elas evaporarem ao tocar a frigideira, está no momento de colocar o frango picado dentro (sem azeite nem óleo mesmo). Acrescente sal a gosto, o sumo de 1/2 limão tahiti (neste caso, acho melhor usar o tahiti mesmo, aquele com a casca verde, porque tem um sabor mais suave, deixando apenas o azedinho do limão, que é exatamente o que precisamos neste prato) e deixar o frango dourar, mexendo sempre. 

Quando ele estiver quase no ponto, acrescente à frigideira 1 colher de chá rasa de pimenta do reino em pó e 1/2 cebola picada e deixe dourar também até que a cebola fique transparente e levemente dourada (não deixe queimar). Quando a cebola estiver no ponto, acrescente à frigideira 1/2 xícara de água, e 5 sementes de cardamomo. Deixe secar novamente e acrescente 1 manga madura picada
 
Acrescente 1 xícara de água, o sumo de 1/2 limão e 1/2 xícara de vinho branco seco, e vá mexendo de vez em quando. Deixe engrossar. Quando a manga estiver soltando do fundo da panela estará pronto.

 
Sugestão de acompanhamento: arroz branquinho e salada de rúculas.
Rende duas boas porções.

Dicas e observações:
Limão: Nós realmente usamos um limão inteiro, e cada uma das metades entra realmente em um momento diferente da receita.
Frango: Você pode usar peito de frango no lugar das coxas e sobre coxas se preferir.
Cebola: Você também pode usar cebola desidratada. Neste caso, coloque a cebola depois de acrescentar a água (para que reidrate), e não para dourar.
Cardamomo e outras especiarias: Você pode colocar os cardamomos juntos em um saquinho de tecido de trama grossa para retirar as sementes quando o prato estiver pronto. Também pode usar o cardamomo em pó (1 colher de chá é o suficiente). Mas só o faça se quiser o sabor distribuído por igual. Da maneira como fizemos, o sabor fica mais suave no geral do prato, mas muito intenso quando se morde uma sementinha de cardamomo. Eu, pessoalmente, adoro cardamomo e também gosto muito deste contraste de sabores (suave e intenso) em um mesmo prato. Há receitas com canela e com cravo. Se vc quiser (ou se tiver mais facilidade de encontrar estes temperos) também pode experimentar fazer assim.
Manga: Eu coloco a manga junto com o frango, pois prefiro a mistura do doce com o salgado. Se você quiser uma carne salgada com molho doce, ou se quiser o molho bem amarelinho, faça assim: quando acrescentar a cebola e apimenta ao frango, acrescente também o vinho, deixe terminar de dourar e reserve em prato de servir. Em outra panela junte a manga, a água, o cardamomo e o limão e deixe cozinhar até soltar do fundo da panela. Então, coloque por cima do frango reservado e sirva.

 Isso é que dá, uma descendente de rhons da Húngria, que ama a cozinha rhom da Índia...descendentes pelo mundo. É a mágica da vida, pelos olhos de uma rhomí.

Cozinha dos Vurdóns

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